Base da Filosofia

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Filosofia da Arte ou Estética - Missão 07 - Immanuel Kant - o gosto

Ler de modo filosófico textos de diferentes estruturas e registros (PCNs, página 64)


Três estudantes de cinema embrenham-se nas matas do estado de Maryland para fazer um documentário sobre a lenda da bruxa de Blair e desaparecem misteriosamente. Um ano depois, uma sacola cheia de rolos de filmes e fitas de vídeo encontrada na mata. As imagens registradas pelo trio dão algumas pistas sobre seu macabro destino.



Senhor Ivan em 05/01/2012 
-Com certeza um filme com bastante suspense!
-Mais deixou a desejar demais,um filme que tem um título empolgante,um daqueles que você fica muito curioso pra assistir,mais quando assiste se arrepende totalmente.
-Totalmente sem sentido.
-Não Assista... 

Jac em 24/07/2011 

Gostei, é terror e suspense indesvendavél.,pode ser um filme de assassinato como de sobrenatural, isso fica no ar! Ele é amador pq é um grupo de amigos ou não onde todos se filmam, e o q é passado é a filmagem... mas da medo em quase todos momentos apavorante!! 


williangc em 18/04/2011 

Este filme odiei na verdade, sem emoção, sem terror, sem sustos, com um final sem graça, e uma mulher que fala o filme todo zuado. 


Saraa em 14/02/2001 
É um filme muito bem conseguido! as filmagens, causam o proprio terror no espectador. a historia, o som, o cenario... tudo muito bom!!é daqueles filmes que devia ser so para aperciadores de terror, nao para massas que procuram estar na cadeira do cinema sem fazer esforço para o perceber... a actriz faz um papel excelente! sem duvida veio revulocionar o mundo do terror cinematografico! poucos o entendem! 

Felipe Figueiredo em 11/01/2001 

Fui ao cinema para ver este filme. A única coisaque não encontrei foi uma bruxa. O filme não dá nem sequer nenhum susto, é chato e opior de tudo, o elenco é ridículo. O final é de deixar você com raiva. Não sei comoeste filme pode ser tão elogiado. Podre! 


Henrique Miura em 24/01/2001 

Um filme assustador, que muita gente não teve acapacidade de entender. Quem foi ao cinema para sentir medo com certeza saiu satisfeito. Ofilme é uma obra-prima para um filme independente!

http://www.adorocinema.com/filmes/bruxa-de-blair/  - Acesso em: 23 de janeiro de 2012

Enviado por  los 25/11/2010


Filosofia da Arte ou Estética
Tema: o gosto
Questões Centrais: Existe algum valor universal que conceitue o belo e que reivindique que outras pessoas, a partir da minha apreciação de uma forma bela da natureza ou da arte, confirmem essa posição? Ou então somos obrigados a admitir que todo objeto que julgamos como sendo belo é uma valoração subjetiva?
Filósofo: Kant (1724 – 1804)
Obra: Crítica do Juízo (1790)

Biografia

Immanuel Kant (1724 – 1804) foi um filósofo alemão, geralmente considerado como o último grande filósofo dos princípios da era moderna, indiscutivelmente um dos seus pensadores mais influentes.

Ler textos filosóficos de modo significativo (PCNs)


Crítica do Juízo (1790)

Quem tem consciência de que a satisfação produzida por um objeto está isenta de interesse não pode fazer outra coisa além de considerar que esse objeto deve conter um princípio de satisfação para todos. Com efeito, uma vez que a satisfação não se baseia em alguma inclinação do sujeito (ou em algum outro interesse refletido), mas, ao contrário, sentindo-se quem julga inteiramente livre em relação à satisfação que atribui ao objeto, não pode extrair como princípio de satisfação nenhuma condição de ordem pessoal, da qual seria o único a depender como sujeito. Deve então considerar que a satisfação está baseada em alguma coisa que também pode supor em qualquer outro. E, consequentemente, deve acreditar que tem razão de atribuir, a cada um, uma satisfação semelhante. Portanto falará do belo como se a beleza fosse uma estrutura do objeto e o juízo fosse lógico (e constituísse um conhecimento deste através dos conceitos do objeto), enquanto o juízo é apenas estético e contém apenas uma relação da representação do objeto com o sujeito; é que o juízo estético nisso se assemelha, todavia, ao juízo lógico, que se pode supor válido para cada um.

(...) Esse estado de um livre jogo das faculdades de conhecimento quando de uma representação, pela qual é dado um objeto, tem de poder ser universalmente comunicado; porque conhecimento como determinação do objeto com o qual devem concordar representações dadas (em qualquer objeto que seja) é o único modo-de-representação que vale para todos.
A comunicabilidade universal subjetiva do modo-de-representação  em um juízo-de-gosto, uma vez que deve ocorrer sem pressupor um conceito determinado, não pode ser outra coisa que o estado-da-mente no livre jogo da imaginação e do entendimento (na medida em que concordam entre si, como é requerido para um conhecimento em geral), na medida em que temos consciência de que esta proporção subjetiva apropriada para o conhecimento em geral tem de valer igualmente para todos e, consequentemente, ser universalmente comunicável, tanto quanto o é cada conhecimento determinado, que sempre repousa sobre essa proporção como condição subjetiva.
Esse julgamento meramente subjetivo (estético) do objeto, ou da representação pela qual é dado, precede o prazer relativo a ele, e é o fundamento desse prazer face à harmonia das faculdades-de-conhecimento; mas é somente sobre aquela universalidade das condições subjetivas do julgamento do objeto que se funda essa validade subjetiva universal da satisfação que vinculamos com a representação do objeto que denominamos belo.

Dicionário Filosófico

Gosto – Na filosofia de Kant, o gosto é a “faculdade de julgar o belo”. Quando ele fala em “juízo de gosto”, quer dizer duas coisas: a) “o gosto é a faculdade de julgar um objeto ou um modo de representação, sem nenhum interesse, por uma satisfação ou uma insatisfação”. “Chamamos de belo o objeto de tal satisfação”; b) “pelo juízo do gosto (sobre o belo), atribuímos a cada um a satisfação proporcionada por um objeto...”. “Poderíamos mesmo definir o gosto pela faculdade de julgar aquilo que torna nosso sentimento, procedendo de uma representação dada, universalmente comunicável, sem a mediação de um conceito”. 

Elaborar por escrito o que foi apropriado de modo reflexivo (PCNs)

1 – O estado de um livre jogo das faculdades de conhecimento quando de uma representação, pela qual é dado um objeto, tem de poder ser um:
                (   ) Juízo Particular                                  (   ) Juízo Universal
2 – A consciência de que esta proporção subjetiva apropriada para o conhecimento em geral tem de valer igualmente para todos, tanto quanto o é cada conhecimento determinado, que sempre repousa sobre essa proporção como condição subjetiva tem de ser:
                (   ) Particularmente comunicável               (   ) Universalmente comunicável
3 - Na Filosofia de Kant o que é o gosto?
4 - Quais são os dois modos quando Kant fala em juízo de gosto?
5 - No primeiro modo, em uma palavra, qual é o nome do objeto de nossa satisfação estética?
6 - No segundo modo, como podemos fazer uma representação (sem a mediação de um conceito) do nosso gosto estético?  Comunique seu gosto estético conforme o exemplo abaixo:
Música
Cascatinha & Inhana foi uma dupla sertaneja formada por Francisco dos Santos (Araraquara, 1919 - São José do Rio Preto, 1996) e Ana Eufrosina da Silva (Araras, 1923 - São Paulo, 1981). Marido e esposa, juntos formaram uma das principais duplas sertanejas do Brasil. Suas mais famosas músicas foram Índia (1952), Meu Primeiro Amor (1952) e Colcha de Retalhos (1959).


Cascatinha & Inhana "Meu Primeiro amor"
http://www.youtube.com/user/bossabrasileira?feature=watch
Enviado em 30/09/2008

Cascatinha e Inhana receberam em 1951 e 1953 o Prêmio Roquette Pinto. Em 1954, receberam a medalha de ouro da revista "Equipe" e ganharam o slogan de "Os sabiás do sertão", devido aos recursos vocais e às agradáveis nuances desenvolvidos pela dupla. 
(http://www.dicionariompb.com.br/cascatinha-e-inhana/dados-artisticos)
O L. P. desta música atingiu vendagem “astronômica” superior a 2.500.000 cópias! Marco, na época, pois foi a primeira vez que um disco de Música Sertaneja atingiu tal vendagem. Um fato inusitado, diga-se de passagem, pois, nos anos 50, poucas pessoas tinham aparelhos fonográficos em casa. (...) A voz soprano de Inhana é considerada uma das vozes femininas mais perfeitas do Brasil. (...) O casal "terçava" as vozes como fazem as Duplas Caipiras, porém, a beleza em particular do timbre das duas vozes, aliada à facilidade com que Inhana conseguia "passear pelas notas agudas", mais a sofisticação da "segunda voz" do Cascatinha e os arranjos instrumentais bem elaborados deram a Cascatinha e Inhana uma "liberdade incomum" para escolha do repertório, por sinal, um dos mais bem escolhidos, não só na música caipira, mas na boa música brasileira, de um modo geral. A dupla ainda recebeu seis Discos de Ouro.
Texto: Sandra Cristina Peripato
Fonte: www.boamusicaricardinho.com

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