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Filosofia Política - Missão 12 - Kant - o iluminismo

Ler de modo filosófico textos de diferentes estruturas e registros (PCNs, página 64)

Os Burgueses de Calais

Jornal Brasil Seikyo - Edição 518 - Publicado em 15/Outubro/2011 - Página 38
Daisaku Ikeda

Em plena Guerra dos Cem Anos, entre a França e a Inglaterra, a coragem de um homem, forte e determinado, desperta em seu povo o verdadeiro valor da liberdade.

Não podemos ver nem as profundezas do mar nem o mais elevado firmamento celeste. Não se pode observar a coragem do ponto de vista superficial de todos os dias. De fato, desse ponto de vista, uma grande coragem pode parecer covardia.
Na cerimônia de graduação da Escola Soka deste ano [1990], falei sobre o grande escultor francês Auguste Rodin (1840-1917). Uma de suas obras-primas, “Os Burgueses de Calais”, refere-se a um evento do século 14.
Calais, um porto ao norte da França, limita-se com a Grã-Bretanha pelo Estreito de Dover. O incidente imortalizado por Rodin ocorreu durante a Guerra dos Cem Anos (1337-1453) entre a França e a Inglaterra. Em 1347, Calais foi sitiada pelos ingleses cujo cerco continuou por um ano. O rei Filipe VI da França, que deveria socorrer a cidade, abandonou-a.
O que fez o povo de Calais? Até hoje o drama humano sob essas terríveis condições na cidade de Calais é comentado na Europa.
O escritor alemão antinazista Georg Kaiser (1878-1945) retratou esse drama espiritual de Calais em sua peça, Os Burgueses de Calais, que comoveu e inspirou as pessoas do mundo.
Sua peça foi apresentada no Japão e é frequentemente lida em japonês também. A obra original é complexa, portanto, permitam-me resumi-la aqui, com base em minhas memórias da juventude.

A exigência do rei
Certa manhã, uma mensagem do rei Eduardo III, da Inglaterra, foi enviada ao povo de Calais.
“Se querem que eu poupe a cidade da destruição, devem concordar com uma condição”, dizia a mensagem. Derrotado, o povo não tinha escolha a não ser ouvir.
É lamentável perder, eis por que devemos estar certos de triunfar na vida.
Qual é a condição? “Amanhã de manhã, vocês devem enviar seis representantes como reféns para o rei Eduardo III. Eles não podem usar chapéus, nem calçar sapatos. Devem ir com vestes de criminosos, com laços em volta do pescoço. Caso concordem com isto, pouparei a cidade.”
Um pedido cruel, proferido por palavras arrogantes que zombavam dos cidadãos de Calais.
Existem aqueles que, não apenas na guerra, mas em qualquer lugar em que possam obter vantagens sobre outros, abusam de sua posição e desprezam as pessoas, ameaçando-as. Nunca permitam ser derrotados por tais pessoas de poder ou autoridade.

A revolta do povo
O povo de Calais estava enfurecido. Eles não poderiam concordar com a condição. “Peguem as armas”, gritavam alguns. Porém, se assim o fizessem, a destruição seria certa.
Mulheres, crianças e os idosos seriam vítimas de um massacre.
Mesmo assim, a maioria estava determinada a morrer. O capitão das forças francesas, Duguesclins, provocou a fúria do povo. “Às armas”, clamava a corajosa voz do capitão. O povo de Calais foi levado ao frenesi.
“Vamos lutar na gloriosa batalha e morrer!” Esta foi a solução emocionalmente encontrada, bem como a maneira de escapar do longo sofrimento que as pessoas suportavam. Elas puseram as mãos na espada do capitão, uma após a outra, e prometeram lutar até a morte, jovens e velhos.
Contudo, um dos habitantes recusou-se a aceitar o juramento. Saint-Pierre ouviu silenciosamente o debate que se desenrolava. E, então, disse: “Não concordo. Defender nosso porto é mais importante que qualquer coisa para nós. Não somente para nós, mas também para aqueles que nos sucederão. Este porto foi construído pelo trabalho magnífico de nossos cidadãos. É fruto de seus esforços: eles o construíram carregando pesadas pedras em seus braços, curvando as costas até ofegarem de cansaço. Foi dessa forma que cavamos nosso profundo porto. Assim, construímos este excelente quebra-mar. Navios de todas as partes encontram um abrigo seguro aqui, tornando-o um porto internacional. O sacrifício desses seis cidadãos é algo muito triste, mas devemos nos conscientizar de que o porto de Calais é mais importante que nossa própria vida, pois ele traz benefícios e felicidade às pessoas de todo o mundo”.
Não devemos ser intimidados pela maldade nem nos deixar ser manipulados por aqueles no poder, em prol da humanidade e do que é correto.
Quem é o verdadeiro herói que pode defender o porto? Este é o problema. As pessoas constroem e elas mesmas destroem. Tudo termina para os seres humanos.
Saint-Pierre foi acusado de covardia por seu protesto contra uma luta precipitada. Mas, como continuava a argumentar de maneira razoável, aos poucos, mais e mais ouvintes concordaram com ele.
“Bem, então”, disse um dos habitantes, “quem se apresentará diante do rei?”
“Quem vai morrer?” Quando esta questão foi levantada, o medo tomou conta da cidade. A face de todos tornou-se tensa. Então...

O levantar dos heróis
“Estou preparado para ir!”, disse Saint-Pierre, levantando-se. Pessoas verdadeiramente nobres mostram uma grande tranquilidade quando se deparam com momentos críticos.
Enorme exaltação surgiu entre as pessoas. Ninguém mais poderia pensar que Saint-Pierre fosse covarde. Ninguém mais.
Em minha opinião, o tipo de pessoa que clama aos outros por uma incansável destruição não é um herói. O verdadeiro herói é aquele que dá a própria vida para defender os outros e seu país. É fácil dar ordens para uma grande força de muitas pessoas, usando uma organização já estabelecida, para fazê-las agir. Isso é excitante e parece que a pessoa que incita à ação é poderosa; algumas vezes, isso pode até ser necessário. Entretanto, tal pessoa não é um verdadeiro herói.
Outro conselheiro silenciosamente juntou-se a Saint-Pierre, que havia se levantado sozinho. O segundo voluntário. Um espírito inspira outro. “Eu também!” — um terceiro voluntário juntou-se a eles. O quarto e o quinto logo seguiram. Era preciso mais um voluntário.
O capitão, que havia incitado os habitantes do local, não se pronunciou.
“Nós iremos!” Dois irmãos, Jacques e Pierre, clamaram numa só voz. Embora apenas seis voluntários fossem necessários, sete apareceram. Isso foi completamente inesperado. O que deveriam fazer? Um deles seria poupado pela sorte. Todos se dirigiram a outro local para fazer a escolha.
Que magnífica cena! Todos os sete estavam preparados para dar a vida, mas agora havia uma nova chance para partilhar. As faces de suas namoradas, esposas e de seus filhos surgiram em suas mentes. Esposas e namoradas choravam, implorando ao destino para que seus amados fossem salvos pela sorte.
Uma violenta tormenta devastou o coração dos heróis. Eles provaram sua coragem além de qualquer dúvida ao se voluntariarem. O que poderia dar errado agora que escapavam ao julgamento? A mente humana é estranha. Gradualmente, nuvens negras de ansiedade e dor encobriam seus pensamentos.
Cada um dos sete pôs a mão dentro da uma urna coberta por um pano. Um bilhete azul significava morte. Era uma loteria para a sobrevivência deles.
O primeiro papel era azul, bem como o segundo, o terceiro, o quarto, o quinto – todos retiraram um bilhete azul. O que estava acontecendo? Alguém suspendeu o pano. Todos os bilhetes eram azuis. Saint-Pierre disse às pessoas atônitas: “Fui eu quem colocou todos os bilhetes azuis. Por quê? Desde o início, estávamos preparados para morrer, mas todos nós fomos importunados pelas dúvidas quando pensamos que poderíamos ser poupados. A determinação de todos se abalou. Ninguém pode dar a vida para realizar algo grande neste estado de espírito”.
Saint-Pierre estava preocupado, não importando quem fosse escolhido, que um estado de ciúmes ou de arrependimento permanecesse no coração deles.
Ele percebeu uma breve hesitação que os outros escondiam, mas, em sua mente, não tinha dúvida.
No fim, Saint-Pierre sugeriu que quem chegasse por último no mercado da cidade seria poupado do sacrifício.
Na manhã seguinte, uma multidão reunia-se no mercado. Quem chegaria primeiro? Todos estavam certos de que seria Saint-Pierre, mas...
Três heróis chegaram, um após o outro. Eles usavam vestes de criminosos, estavam descalços e com laços ao redor do pescoço. 
Onde estava Saint-Pierre? Certamente ele seria o próximo a chegar. Contudo, uma quarta pessoa apareceu. A dúvida começou a pairar nos olhos dos observadores. O quinto e o sexto despontaram. Porém, Saint-Pierre ainda não havia chegado. Assim, esses seis seriam sacrificados pela cidade.
Um dos seis gritou: “Ele nos enganou. Jamais pretendeu vir. Agora, deve estar rindo de nossa tolice!”
Todas as pessoas estavam nervosas. Ele as havia traído. Determinados a se vingar, todos correram para a casa de Saint-Pierre.

Não desistam. Sigam-me!
Assim que chegaram, viram um ataúde coberto por um pano negro saindo da casa dele. Seu pai, já idoso, permanecia na porta. “Este é Saint-Pierre. Meu filho pediu para lhes dizer o seguinte: ‘Eu continuarei, espero que vocês seis não falhem em me seguir!’ Com essas palavras, ele morreu”.
Saint-Pierre estava determinado que esses seis homens, que haviam decidido morrer, não fossem novamente incomodados pela dúvida. Antes de se preocupar sobre quem seria o último a chegar no mercado, ele queria que cada um deles tivesse o orgulho de ser um dos heróis escolhidos. O único modo de fazer isso era dar-lhes um exemplo, um modelo a seguir.
Aqui estava realmente um bravo e verdadeiro herói. Os seis ficaram profundamente abalados. E, com forte determinação, começaram a sair de Calais, sendo observados por todos os moradores.
Já não estavam mais confusos, sentiam-se fortes e determinados. Embora estivessem vestidos como criminosos, em seu coração eram como imperadores, como reis.
Mesmo que os senhores sejam criticados por todas as pessoas do mundo e mantidos numa prisão, suas mentes devem ser como a de um eterno rei. Este tem sido meu modo de vida imutável desde os tempos em que servia a meu mestre. Eis por que nada temo.
Quaisquer que sejam as críticas ou os preconceitos, as calúnias ou as incompreensões que possam me cercar, e mesmo que meus companheiros de fé possam não entender meus pensamentos, estou convencido de que a verdade sempre vencerá no final. Também estou convencido de que os senhores farão a verdade vencer, provarão isso para mim.
Os eventos em Calais foram rapidamente comunicados ao rei da Inglaterra. Um mensageiro do rei foi ao encontro das seis vítimas. “Não estamos atrasados ainda”, gritaram os seis. Eles pensavam que seriam admoestados.
Mas o mensageiro anunciou que, por meio dos ofícios especiais do rei, ninguém morreria. O povo de Calais estava a salvo!
Logo depois, o rei chegou à cidade. Ajoelhou-se diante do túmulo de Saint-Pierre para expressar respeito por um verdadeiro guerreiro, transcendendo todas as diferenças entre inimigos e aliados.
Por meio do sacrifício de um nobre e belo espírito, a cidade de Calais, seu porto e seu povo foram salvos.

A coragem de ser paciente
A vida é uma luta. Todos nós somos soldados. Devemos viver como guerreiros. Esta é a lei de nossas existências. Tentar escapar dessa batalha nada mais é que ser derrotado. Mas lutar nem sempre é algo glorioso. De fato, noventa e nove por cento de nossos esforços são uma luta particular, uma humilde batalha contra nós mesmos. Esta é a realidade.
Algumas vezes, pode ser importante para um pessoa tomar uma postura enérgica e hastear a bandeira diante de seus amigos. Porém, o mais importante é lutar na linha de frente, sendo corajoso para suportar todos os sacrifícios e proteger os outros. O verdadeiro herói frequentemente não é todo destemido, mas sim uma figura humilde e despretensiosa.
Quando os senhores são apoiados por uma grande força, por muitos companheiros, é fácil ser bravo e é fácil falar sobre a batalha. No entanto, se uma pessoa é ou não verdadeiramente responsável pode ser observado pelo seu comportamento quando age sozinha.
A grande escultura de Rodin, “Os Burgueses de Calais”, ainda observa, serenamente de seu lugar em frente ao edifício principal, as pessoas daquela cidade.
Os senhores possuem longa vida a seguir. O que eu disse hoje deve servir como base para seus maravilhosos triunfos no futuro.

Fonte: A Grande Correnteza para a Paz, v. 4, p. 49, 1993.


Os Burgueses de Calais - Rodin
http://www.flickr.com/photos/dietaydeporte/3977757111/sizes/o/in/photostream/ 
Acesso em: 29 de janeiro de 2012
Filosofia Política
Tema: o iluminismo
Questão Central: O que é ser uma pessoa esclarecida?
Filósofo: Kant (1724 – 1804)
Obra: Resposta à pergunta “O que é Esclarecimento?” (Aufklärung) (1784)

Biografia

Immanuel Kant (1724 – 1804) foi um filósofo alemão, geralmente considerado como o último grande filósofo dos princípios da era moderna, indiscutivelmente um dos seus pensadores mais influentes.

Ler textos filosóficos de modo significativo (PCNs)

O Que é Esclarecimento? (1784)

Esclarecimento é saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de outro indivíduo. O homem é o próprio culpado dessa menoridade se a causa dela não se encontra na falta de entendimento, mas na falta de decisão e coragem de servir-se de si mesmo sem a direção de outrem. Sapere aude! (ouse saber) Tem coragem de fazer uso de teu próprio entendimento, tal é o lema do esclarecimento.
A preguiça e a covardia são as causas pelas quais uma tão grande parte dos homens, depois que a natureza de há muito os libertou de uma direção estranha, continuem, no entanto de bom grado menores durante toda a vida. São também as causas que explicam por que é tão fácil que os outros se constituam em tutores deles. É tão cômodo ser menor. Se tenho um livro que faz às vezes de meu entendimento, um diretor espiritual que por mim tem consciência, um médico que por mim decide a respeito de minha dieta, etc., então não preciso esforçar-me eu mesmo. Não tenho necessidade de pensar, quando posso simplesmente pagar; outros se encarregarão em meu lugar dos negócios desagradáveis. A imensa maioria da humanidade (inclusive todo o belo sexo) considera a passagem à maioridade difícil e além da mais perigosa, porque aqueles tutores de bom grado tomaram a seu cargo a supervisão dela. Depois de terem primeiramente embrutecido seu gado doméstico e preservado cuidadosamente estas tranqüilas criaturas a fim de não ousarem dar um passo fora do caminho para aprender a andar, no qual as encerravam, mostram-lhes em seguida o perigo que as ameaça se tentar andar sozinhas. Ora, este perigo na verdade não é tão grande, pois aprenderiam muito bem a andar finalmente, depois de algumas quedas. Basta um exemplo deste tipo para tornar tímido o indivíduo e atemorizá-lo em geral para não fazer outras tentativas no futuro.
É difícil, portanto para um homem em particular desvencilhar-se da menoridade que para ele se tornou quase uma natureza. Chegou mesmo a criar amor a ela, sendo por ora realmente incapaz de utilizar sei próprio entendimento, porque nunca o deixaram fazer a tentativa de assim proceder. Preceitos e fórmulas, estes instrumentos mecânicos do uso racional, ou antes, do abuso de seus dons naturais, são os grilhões de uma perpétua menoridade. Quem deles se livrasse só seria capaz de dar um salto inseguro mesmo sobre o mais estreito fosso, porque não está habituado a este movimento livre. Por isso são muito poucos aqueles que conseguiram, pela transformação do próprio espírito, emergir da menoridade e empreender então uma marcha segura.
Que, porém um público s esclareça a si mesmo é perfeitamente possível; mais que isso, se lhe for dada a liberdade, é quase inevitável. Pois encontrar-se-ão sempre alguns indivíduos capazes de pensamento próprio, até entre os tutores estabelecidos da grande massa, que, depois de terem sacudido de si mesmos o jugo da menoridade, espalharão em redor de si o espírito de uma avaliação racional do próprio valor e da vocação de cada homem em pensar por si mesmo. O interessante neste caso é que o público, que anteriormente foi conduzido por eles a este jugo, obriga-os daí em diante a permanecer sob ele, quando é levado a se rebelar por alguns de seus tutores ou predecessores destes. Por isso, um público só muito lentamente pode chegar ao esclarecimento. Uma revolução poderá talvez realizar a queda do despotismo pessoal ou da opressão ávida de lucros ou de domínios, porém nunca produzirá a verdadeira reforma do modo de pensar. Apenas novos preconceitos, assim como os velhos, servirão como cintas para conduzir a grande massa destituída de pensamento. Para este esclarecimento, porém nada mais se exige senão liberdade. E a mais inofensiva entre tudo aquilo que se possa chamar liberdade, a saber: a de fazer uso público de sua razão em todas as questões.

Dicionário Filosófico

Ilumismo – caracteriza-se pela defesa na ciência e da racionalidade crítica, contra a fé, a superstição e o dogma religioso.

Elaborar por escrito o que foi apropriado de modo reflexivo (PCNs)

1 – O que é "Esclarecimento"?
2 – O que é "menoridade"?
3 – Quem é o culpado desta "menoridade"?
4 – Quais as causas pela qual uma tão grande parte dos homens continue menor durante toda a vida? Coloque (V) para as verdadeiras ou (F) para as falsas.
       (   ) falta de decisão        (   ) falta de coragem        (   ) preguiça        (   ) covardia
5 – Qual é o lema do "esclarecimento"?
6 – Cite os três exemplos que Kant dá para assuntos onde nós não fazemos uso de nossa própria razão e até pagamos pra isto.
7 – Para nós é ____________ (fácil/difícil) sair da menoridade. Porque nós ______________ (gostamos/odiamos) em ser menores. Portanto, somente ____________ (alguns/todos) sairão da menoridade.
8 – O que é preciso, então, para sairmos da menoridade?
                (   ) transformar o nosso espírito; utilizar o próprio entendimento
                (   ) transformar o espírito do povo; utilizar o entendimento dos doutores
8 – Em uma palavra o que se exige para que um público se esclareça?
9 – Dê um exemplo de como nós podemos "fazer uso público da razão em todas as questões" atualmente?
10 - ENEM - Kant destaca no texto o conceito de esclarecimento, fundamental para a compreensão do contexto filosófico da Modernidade. Esclarecimento, no sentido empregado por Kant, representa...

a) a reivindicação de autonomia da capacidade racional como expressão da maioridade.
b) o exercício da racionalidade como pressuposto menor diante das verdades eternas.
c) a imposição de verdades matemáticas, com caráter objetivo, de forma heterônoma.
d) a compreensão de verdades religiosas que libertam o homem da falta de entendimento.
e) a emancipação da subjetividade humana de ideologias produzidas pela própria razão.

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